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dc.creatorLauxmann, Carolina T; Universidad Nacional del Litoralspa
dc.creatorFernández, Víctor Ramiro; Universidad Nacional del LitoralLauxmann, Carolina T; Universidad Nacional del Litoralspa
dc.creatorFernández, Víctor Ramiro; Universidad Nacional del Litoralspa
dc.date.accessioned2016-06-24T21:02:49Z
dc.date.available2016-06-24T21:02:49Z
dc.date.created2015-06-30
dc.identifierhttp://revistas.udem.edu.co/index.php/economico/article/view/1502spa
dc.identifier.issn0120-6346spa
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11407/2408
dc.descriptionArgentina, en 2001, luego de experimentar una de las crisis más profunda de su historia, consecuencia de la primacía de las políticas neoliberales durante la década de 1990 y de los resultados negativos en términos de crecimiento y desigualdad socio-espacial a que estas dieron lugar, comenzó a reconsiderar el rol del Estado en la economía. En dicho contexto se lo sindicó como un actor estratégico para dinamizar un crecimiento inclusivo que viabilice el desarrollo. La promoción estatal a la actividad industrial ocupó un lugar central en la consecución de dicho objetivo. Transcurrida ya más de una década, en el presente trabajo se demuestra, a través del análisis de estadísticas oficiales, cómo la re-intervención del Estado poco ha podido hacer para avanzar en la conformación de un tejido industrial complejo, dinámico y descentralizado –actoral y espacialmente–, que permita viabilizar el desarrollo.spa
dc.description.abstractArgentina, in 2001, after going through one of the deepest crisis of its history, a consequence of neolib­eral policies during the 90s and negative results in terms of growth and social spatial inequality- started reconsidering the role of the State, in economy. In such a context, the role of the State was considered as a strategic actor for energizing an inclusive growth, which makes development viable. State promotion to industrial activity occupied a central place in such an objective. Now after more than a decade, this research shows, through statistical analysis of official statistics, how State’s re-invention has made little for advancing in the formation of a complex, industrial, dynamic, and decentralized tissue, –spatially and with agents–, which allows visualizing the development.eng
dc.format.extentp.51-70spa
dc.format.mediumElectrónicospa
dc.format.mimetypeapplication/pdfspa
dc.format.mimetypePDFspa
dc.language.isospaspa
dc.publisherUniversidad de Medellínspa
dc.relationhttp://revistas.udem.edu.co/index.php/economico/article/view/1502/1584spa
dc.relation.ispartofseriesSemestre Económico; Vol. 18, núm. 37 (2015)spa
dc.relation.haspartSemestre Económico; Vol. 18, núm. 37 - enero/junio 2015spa
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0spa
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccessspa
dc.sourceSemestre Económico; Vol. 18, núm. 37 (2015); 51-70spa
dc.source2248-4345spa
dc.source0120-6346spa
dc.sourcereponame:Repositorio Institucional Universidad de Medellínspa
dc.sourceinstname:Universidad de Medellínspa
dc.subjectIndustryspa
dc.subjectStatespa
dc.subjecteconomic developmentspa
dc.subjectArgentinaspa
dc.subjectIndustriaspa
dc.subjectEstadospa
dc.subjectdesarrollo económicospa
dc.subjectArgentinaspa
dc.subjectIndústriaspa
dc.subjectEstadospa
dc.subjectdesenvolvimento econômicospa
dc.subjectArgentinaspa
dc.titleIndustrialización y desarrollo en la Argentina pos-“Washington Consensus”: un abordaje crítico desde la perspectiva sectorial, actoral y espacialspa
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/articlespa
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionspa
dc.typeArticulospa
dc.typeArticlespa
dc.typeArtigospa
dc.citation.volume18spa
dc.citation.issue37spa
dc.citation.spage51spa
dc.citation.epage70spa
dc.audienceComunidad Universidad de Medellínspa
dc.publisher.facultyFacultad de Ciencias Económicas y Administrativasspa
dc.coverageLat: 06 15 00 N  degrees minutes  Lat: 6.2500  decimal degreesLong: 075 36 00 W  degrees minutes  Long: -75.6000  decimal degreesspa
dc.pubplaceMedellínspa
dc.identifier.e-issn2248-4345spa
dc.description.resumoNa Argentina, no ano de 2001, após passar por uma das crises mais profundas em sua história, como um resultado da primazia das políticas neoliberais durante a década de 90 e o resultado negativo em termos de crescimento e desigualdade -sócio-espacial – a que essas deram lugar, começou a repensar o papel do Estado na economia. Neste contexto é o síndico como um ator estratégico para energizar um cresci­mento inclusivo conducente ao desenvolvimento. A promoção para a atividade industrial tinha ocupado um lugar central para a concretização deste objetivo. Depois de mais de uma década atrás, no presente trabalho é apresentado, através da análise das estatísticas oficiais, tais como a re-intervenção do Estado foi capaz de fazer muito pouco para o avanço da criação de um tecido industrial complexo, dinâmico e descentralizado –conduta e espacialmente–, que permitem viabilizar o desenvolvimento.por
dc.relation.ispartofesSemestre Económicospa
dc.title.alternativeporIndustrialização e desenvolvimento na Argentina pós-“Washington Consensus”: uma abordagem crítica desde a perspectiva setorial, conduta e espacialpor
dc.title.alternativeenIndustrialization and development in post-“Washington Consensus” Argentina: a critical approach from sectorial, spatial, and agent’s perspectiveeng


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